Samba Exaltação: Do Jardim da Floresta ao Paraíso da Festa
Autor: João Paulo Dantas
(Entre os rios...!)
Entre os rios da Amazônia há uma lenda que desvenda, um enredo do passado, que era um grande segredo, e que por medo foi muito bem guardado.
Ali, a vida era uma cadeia de magia, onde a lua cheia fazia a sua ceia e a alegria das Sereias. (das Sereias...)
Nos Igarapés, Curuanãs e com eles Cunhatãs ao luar, sorrindo e garimpando Muiraquitãs, fazendo o Amazonas brilhar.
Piracemas, Botos, mitos, ritos de outras dimensões, Vitória Régia e Boitatá, e o Rio Negro a encontrar, as águas do Solimões.
Entre Gnomos e Duendes, Chico Mendes já viveu; Mataram o homem, mas o tema não morreu. Então, dê o seu grito, que esse lema agora é seu: Preservar é preciso, o Paraíso que o Mito defendeu.
(Mas foi...!)
Foi bem antes da colonização que os navegadores...se aventuraram e exploraram essa imponente...“Civilização Eldorada” e na extração das novas eras, a Borracha foi transformada...a floresta entre festa e cautela, modela a Manôa encantada, no Teatro Deus Apollo nos revela a Aquarela em pintura afrancesada.
Despertam Ribeirinhos que o “Gaiola” vai passar, o Comboio vai partir, rio acima navegar, Quem quiser pode subir; o Bumbá vai começar, São os Bois de Parintins
e os Curumins do Grão-Pará.
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Verdão, Campeão - Chapecoense, Uma Nação !
Samba:
Verdão, Campeão – Chapecoense, uma Nação !
Letra e Melodia:
João Paulo & Vinícius Nagem
Intérprete:
Ciro Morais
Escola:
Kizomba – Itá SC
Extra, extra – Sensacional,
O meu “Verdão” virou manchete
de Jornal, Sou Chapecoense, campeão do estadual,
E nossa história vai ganhar o carnaval...
Guerreiras de Condá, pisando forte na passarela,
meninas valentes, orgulho da gente...
a lança empunhada na paz e na guerra.
Itaoca, criou raízes na cultura milenar,
Kaingangue, fez nascer a nossa história,
E o principio que iria nos guiar...
Assim,ressurge a lenda de Kame e Kairu
Na terra vermelha, o homem escreve no chão,
Imigrantes e nativos iniciam a construção;
Sol e Lua em perfeita união.
(E hoje tem...)
Hoje tem festa na Oca,
Está na hora do Condá balançar, (BIS)
A Arena é nossa Toca,
Meu indiozinho hoje o bicho vai pegar.
Ita representa a nossa história,
Um craque guardado na memória,
Nossa torcida vem aqui pra te saudar,
Caciques, dirigentes, baianas, artistas,
Nesse momento a Kizomba é a Nação,
De mãos dadas nessa festa popular,
Flecha neles, prá vitória conquistar.
Extra, extra – Sensacional,
O meu “Verdão” virou manchete
de Jornal, Sou Chapecoense, campeão do estadual,
E nossa história vai ganhar o carnaval...
Verdão, Campeão – Chapecoense, uma Nação !
Letra e Melodia:
João Paulo & Vinícius Nagem
Intérprete:
Ciro Morais
Escola:
Kizomba – Itá SC
Extra, extra – Sensacional,
O meu “Verdão” virou manchete
de Jornal, Sou Chapecoense, campeão do estadual,
E nossa história vai ganhar o carnaval...
Guerreiras de Condá, pisando forte na passarela,
meninas valentes, orgulho da gente...
a lança empunhada na paz e na guerra.
Itaoca, criou raízes na cultura milenar,
Kaingangue, fez nascer a nossa história,
E o principio que iria nos guiar...
Assim,ressurge a lenda de Kame e Kairu
Na terra vermelha, o homem escreve no chão,
Imigrantes e nativos iniciam a construção;
Sol e Lua em perfeita união.
(E hoje tem...)
Hoje tem festa na Oca,
Está na hora do Condá balançar, (BIS)
A Arena é nossa Toca,
Meu indiozinho hoje o bicho vai pegar.
Ita representa a nossa história,
Um craque guardado na memória,
Nossa torcida vem aqui pra te saudar,
Caciques, dirigentes, baianas, artistas,
Nesse momento a Kizomba é a Nação,
De mãos dadas nessa festa popular,
Flecha neles, prá vitória conquistar.
Extra, extra – Sensacional,
O meu “Verdão” virou manchete
de Jornal, Sou Chapecoense, campeão do estadual,
E nossa história vai ganhar o carnaval...
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quarta-feira, 30 de março de 2011
RIVALIDADE POÉTICA: ESTÉTICA DA NATURALIDADE
Unidos por um vínculo de uma cultura da ancestralidade, esses dois municípios (Joaçaba e Herval d´Oeste), cuja Aliança, em contradição, é um rio por separação, sabem que, no carnaval, a princípio, também, o que Vale é o aval da tradição da rivalidade, porém, a essa altura, sem jamais perder a ternura da fraternidade.
Na verdade, o sonho torna-se realidade quando cada cidade faz o seu papel e sob o teto do mesmo céu defende a sua identidade na Avenida, criando e recriando enredo de vida em cada vitória obtida.
Esse ano duas escolas exaltaram a África, que é uma glória para o resgate de uma lembrança guardada na memória, e cuja herança avança sobre a estética de nossa história: um precioso veio, legado grandioso e soberano de um esteio enraizado e majestoso, que faz de cada um de nós um africano.
Na condenação da bestialidade do cativeiro, exaltou-se aquele que não se deixou prisioneiro e proclamou a alma soberana, com a evolução da ancestralidade, pois ao rufar do pioneiro tambor, dessa vez refez-se o horror da travessia da imensidão, na melancolia dos tumbeiros da escravidão, rumo a agonia da exploração. Mas, enfim, há o fim, e a libertação ganhou projeção e dela emana a identidade da nação, cujo hino é um samba em forma de oração.
E o samba teve sua raiz na velha matriz, de todos os cantos e encantos. Mas, foi no Brasil que, na verdade, ele surgiu, e para a nossa alegria, já na Bahia, ganhou alforria. Ligeiro, o samba subiu os morros do Rio de Janeiro e, orgulhosa, a cidade maravilhosa lhe deu aval, estilo, bossa e harmonia, e o transformou em mania nacional, ganhando identidade, nacionalidade e selo de padrão de qualidade internacional.
Em Santa Catarina, o samba também germina e nos ensina, e em Joaçaba ele impera e prospera e o seu canto e encanto criaram nações vestidas de preto, amarelo, verde, azul e branco. Dessa herança emana a Unidos, a Vale Samba e a Aliança, e uma imensa alegria, quase um Rio de ousadia, cujo manto e acalanto têm esse município por moradia.
No último carnaval, as contendas tiveram o aval de três legendas na disputa da luta bruta, mas de ternura absoluta. Um atravessou a ponte Rio-Niterói, herói e vencedor natural, bi-campeão nacional defendendo a Beija-Flor. O outro, é um bamba, na essência lenda de legenda da cultura local, há trinta anos na feitura de carnaval. Entre os dois, porém, havia outra bandeira, se não pioneira, mas também verdadeira na essência dessa cultura, e dura como concorrente na Avenida, e tendo à sua frente, e de forma destemida, o maior adversário vencedor dos últimos carnavais, um carnavalesco-empresário, que acirrou a disputada dos anais desse cenário.
Na verdade, o sonho torna-se realidade quando cada cidade faz o seu papel e sob o teto do mesmo céu defende a sua identidade na Avenida, criando e recriando enredo de vida em cada vitória obtida.
Esse ano duas escolas exaltaram a África, que é uma glória para o resgate de uma lembrança guardada na memória, e cuja herança avança sobre a estética de nossa história: um precioso veio, legado grandioso e soberano de um esteio enraizado e majestoso, que faz de cada um de nós um africano.
Na condenação da bestialidade do cativeiro, exaltou-se aquele que não se deixou prisioneiro e proclamou a alma soberana, com a evolução da ancestralidade, pois ao rufar do pioneiro tambor, dessa vez refez-se o horror da travessia da imensidão, na melancolia dos tumbeiros da escravidão, rumo a agonia da exploração. Mas, enfim, há o fim, e a libertação ganhou projeção e dela emana a identidade da nação, cujo hino é um samba em forma de oração.
E o samba teve sua raiz na velha matriz, de todos os cantos e encantos. Mas, foi no Brasil que, na verdade, ele surgiu, e para a nossa alegria, já na Bahia, ganhou alforria. Ligeiro, o samba subiu os morros do Rio de Janeiro e, orgulhosa, a cidade maravilhosa lhe deu aval, estilo, bossa e harmonia, e o transformou em mania nacional, ganhando identidade, nacionalidade e selo de padrão de qualidade internacional.
Em Santa Catarina, o samba também germina e nos ensina, e em Joaçaba ele impera e prospera e o seu canto e encanto criaram nações vestidas de preto, amarelo, verde, azul e branco. Dessa herança emana a Unidos, a Vale Samba e a Aliança, e uma imensa alegria, quase um Rio de ousadia, cujo manto e acalanto têm esse município por moradia.
No último carnaval, as contendas tiveram o aval de três legendas na disputa da luta bruta, mas de ternura absoluta. Um atravessou a ponte Rio-Niterói, herói e vencedor natural, bi-campeão nacional defendendo a Beija-Flor. O outro, é um bamba, na essência lenda de legenda da cultura local, há trinta anos na feitura de carnaval. Entre os dois, porém, havia outra bandeira, se não pioneira, mas também verdadeira na essência dessa cultura, e dura como concorrente na Avenida, e tendo à sua frente, e de forma destemida, o maior adversário vencedor dos últimos carnavais, um carnavalesco-empresário, que acirrou a disputada dos anais desse cenário.
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Joaçaba, "FelizCidade"
Samba-Exaltação:
Joaçaba, "FelizCidade"
Autor: Jõão Paulo
Quem tem fé,
Vem à Joaçaba,
Vem pra se banhar de felicidade,
Vem trazer axé pro carnaval (oiii...)
Aqui dessa cidade...
Tem alegria, tem...
O ano inteiro,
Você vai descobrir,
Não é só em fevereiro,
O povo é feliz,
É uma realidade,
A harmonia dessa
"FelizCidade".
Joaçaba tem um alto astral,
Devoção à frei Bruno,
Um show de visual;
Carnafolia, fantasia e esplendor;
(Escola de samba, batucada e tambor)
Bate, rebate, sambista,
Mexe, remexe; passista,
Em Joaçaba está à vista
o Carnaval, (Oba... !)
O carnaval, é amor,
Magia pra curar a dor,
A energia e o calor,
Pra espantar o mal...
Joaçaba, "FelizCidade"
Autor: Jõão Paulo
Quem tem fé,
Vem à Joaçaba,
Vem pra se banhar de felicidade,
Vem trazer axé pro carnaval (oiii...)
Aqui dessa cidade...
Tem alegria, tem...
O ano inteiro,
Você vai descobrir,
Não é só em fevereiro,
O povo é feliz,
É uma realidade,
A harmonia dessa
"FelizCidade".
Joaçaba tem um alto astral,
Devoção à frei Bruno,
Um show de visual;
Carnafolia, fantasia e esplendor;
(Escola de samba, batucada e tambor)
Bate, rebate, sambista,
Mexe, remexe; passista,
Em Joaçaba está à vista
o Carnaval, (Oba... !)
O carnaval, é amor,
Magia pra curar a dor,
A energia e o calor,
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Estação Herval
Samba:
Estação Herval
Autor:
João Paulo
Esse "trem felicidade"
É miragem, é fantasia,
Imagem, só; Imagem,
(Magia...!)
Viagem nostalgia,
À "estação saudade".
Sonhado, presente,
Expoente vitória,
Vertente de glória,
Passado recente...
Legado que vem,
Embarcado na história,
Refém da memória,
Que vai muito além.
Jogo de lórbia, râmbio de rio,
Que tírvia boa, (de sol a sol),
Na estaronce o trem partiu...
E do Baréa sumiu o futebol.
Nos trilhos sem brilhos,
Dormentes no chão,
Não passa vagão,
Nem maria fumaça...
A locomotiva é figurativa,
Está inativa no ponto final,
Mas a recordação,
Ativa a inspiração...
Dos filhos da Estação Herval.
Um grito, um apito,
O alerta geral:
Esse trem é um mito,
Bendito Herval !)
Que hoje vem fazer bonito,
No agito do meu carnaval.
Estação Herval
Autor:
João Paulo
Esse "trem felicidade"
É miragem, é fantasia,
Imagem, só; Imagem,
(Magia...!)
Viagem nostalgia,
À "estação saudade".
Sonhado, presente,
Expoente vitória,
Vertente de glória,
Passado recente...
Legado que vem,
Embarcado na história,
Refém da memória,
Que vai muito além.
Jogo de lórbia, râmbio de rio,
Que tírvia boa, (de sol a sol),
Na estaronce o trem partiu...
E do Baréa sumiu o futebol.
Nos trilhos sem brilhos,
Dormentes no chão,
Não passa vagão,
Nem maria fumaça...
A locomotiva é figurativa,
Está inativa no ponto final,
Mas a recordação,
Ativa a inspiração...
Dos filhos da Estação Herval.
Um grito, um apito,
O alerta geral:
Esse trem é um mito,
Bendito Herval !)
Que hoje vem fazer bonito,
No agito do meu carnaval.
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HERVALÊS: O LINGUAJAR QUE HERVAL FEZ
Samba de Enredo:
HERVALÊS: O LINGUAJAR QUE HERVAL FEZ
Letra:
João Paulo Dantas
Todos à bordo, vamos viajar...
Nos trilhos da história, relembrar,
Foi na Estação que tudo aconteceu,
O Larfiar nasceu e a ferrovia foi o
apogeu...!
Tinha maleiro, taxista e passageiro,
Maquinista, mascate e biscateiro,
Trem bananeiro, engraxate e artesão...
E no kióski, lá atrás do balcão,
O João Kalinóski e o pai do Carlão.
No campo do Baréa, o futebol,
(De sol-a-sol) até ao anoitecer,
Roubo de frutas lá na "zárquia" dos Bareta,
E as caretas do "francês" Demolinêr.
O "seu" Lovato, e o velho Bodegão,
Hotel União, a prainha, as lavadeiras,
O cineminha do Saraiva e as domingueiras,
As cachoeiras, poço rico, assombração,
Jornal Ferrão, o Cipriano e as benzedeiras,
E as brincadeiras de "bulirca" na Estação.
Estaronse, sirne ?
Que trem croilo é cerde, mole?
Não é Corance?
Não, morne, é do trenísio,
Que a Dragonísio vai larfiar,
E levar a "Eslórquia" pro lado de lá.
Das lembranças da "maronguia" cobiçada,
"Murfiada" contente lá no Rio,
Ficou apenas a saudade de presente,
De um passado que há muito já partiu.
Cada imagem desse tempo é um retrato
De um fato na viagem da história,
E a herança é paisagem de esperança,
Guardada na memória de criança.
Mas, enfim assim chegou o dia,
O trilho-guia perdeu o seu brilho...
E no fim da linha; o ponto final.
Mas tudo isso foi só fantasia,
E o trem da alegria hoje é o carnaval.
O Tio Sam mandou o trem,
(Mas que legal...)
O caboclo se revoltou,
(Pegou mal...)
Mas depois da Revolução,
É que o "trem ficou bão"
E nasceu a Estação Herval.
HERVALÊS: O LINGUAJAR QUE HERVAL FEZ
Letra:
João Paulo Dantas
Todos à bordo, vamos viajar...
Nos trilhos da história, relembrar,
Foi na Estação que tudo aconteceu,
O Larfiar nasceu e a ferrovia foi o
apogeu...!
Tinha maleiro, taxista e passageiro,
Maquinista, mascate e biscateiro,
Trem bananeiro, engraxate e artesão...
E no kióski, lá atrás do balcão,
O João Kalinóski e o pai do Carlão.
No campo do Baréa, o futebol,
(De sol-a-sol) até ao anoitecer,
Roubo de frutas lá na "zárquia" dos Bareta,
E as caretas do "francês" Demolinêr.
O "seu" Lovato, e o velho Bodegão,
Hotel União, a prainha, as lavadeiras,
O cineminha do Saraiva e as domingueiras,
As cachoeiras, poço rico, assombração,
Jornal Ferrão, o Cipriano e as benzedeiras,
E as brincadeiras de "bulirca" na Estação.
Estaronse, sirne ?
Que trem croilo é cerde, mole?
Não é Corance?
Não, morne, é do trenísio,
Que a Dragonísio vai larfiar,
E levar a "Eslórquia" pro lado de lá.
Das lembranças da "maronguia" cobiçada,
"Murfiada" contente lá no Rio,
Ficou apenas a saudade de presente,
De um passado que há muito já partiu.
Cada imagem desse tempo é um retrato
De um fato na viagem da história,
E a herança é paisagem de esperança,
Guardada na memória de criança.
Mas, enfim assim chegou o dia,
O trilho-guia perdeu o seu brilho...
E no fim da linha; o ponto final.
Mas tudo isso foi só fantasia,
E o trem da alegria hoje é o carnaval.
O Tio Sam mandou o trem,
(Mas que legal...)
O caboclo se revoltou,
(Pegou mal...)
Mas depois da Revolução,
É que o "trem ficou bão"
E nasceu a Estação Herval.
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sexta-feira, 3 de abril de 2009
A LIÇÃO DO SABER QUE AINDA NÃO APRENDEU A FAZER ESCOLA
Um despertar lento, mesmo para quem é observador atento das práticas sociais, educativas, culturais e educacionais. Como expectador privilegiado do universo do Carnaval, é natural o meu estranhamento quanto ao não aproveitamento, urgente, da torrente de saber e conhecimento, que jorra pelos leitos das quadras e dos barracões, onde as malesas, às vezes, parecem até que são frutos das tradições.
O Carnaval é um manancial inesgotável, portanto renovável, e diferente da escola regular, além de oferecer todo os elementos básicos do ensino curricular, oportuniza atratividades lúdicas que aliam prazer, lazer e convívio social e familiar.
O ensino regular e oficial da atualidade, já há tempo carente de novo referencial, sem uma perspectiva para um futuro melhor, se torna pior, na realidade. E ao não adotar as práticas propostas por Freire, para um salto significativo de qualidade, despreza conhecimentos passados de geração a geração, movidos pelos sentimentos de preservação das raízes, matizes da identidade que foram transplantadas com a fé dos terreiros de Candomblé, dos confins da África-Mãe, para as senzalas das escravidões, e dessas para as quadras e barracões. Assim, as escolas convencionais, tradicionais, deixam de aproveitar um inesgotável horizonte, fonte rentável para a ruptura de paradigmas, enigmas que podem representar novas graças na formação de jovens e crianças, esperanças, principalmente, para as áreas sociais de enorme pobreza, e onde, em geral, para a nossa tristeza, acontecem as maiores desgraças.
Há um certo descaso, e atraso oficial, para com as atividades das Escolas de Samba, e até mesmo as demandas sociais, as mais evidentes, não têm dotação nos orçamentos Municipais, o que não deixa de ser uma falha grave, e um entrave para a melhoria da educação. Essas atividades já ocorrem normalmente, e geralmente, com um sucesso natural; expresso no brilho das alegorias nos dias de Carnaval. Portanto, não precisaria tanto, e apenas uma melhor sistematização e organização por parte do Município, que a princípio, deveria ser o primeiro interessado em ter o Carnaval como forte aliado no enredo da Educação, porque, se não, viveremos sempre o grande medo, de continuar perdendo os jovens para a marginalização.
Como acontece nos centros de excelência do Carnaval, a tendência, também nas Escolas de Samba de Joaçaba, é se ter um celeiro de arte, parte essencial na pedagogia atual. O acesso, absorção e projeção dessa interdisciplinaridade já deveriam ser uma realidade da municipalidade, e da própria Universidade, com base em um processo que se entrelace, e cujo resultado ultrapasse a mesmice da atualidade.
O Carnaval é um manancial inesgotável, portanto renovável, e diferente da escola regular, além de oferecer todo os elementos básicos do ensino curricular, oportuniza atratividades lúdicas que aliam prazer, lazer e convívio social e familiar.
O ensino regular e oficial da atualidade, já há tempo carente de novo referencial, sem uma perspectiva para um futuro melhor, se torna pior, na realidade. E ao não adotar as práticas propostas por Freire, para um salto significativo de qualidade, despreza conhecimentos passados de geração a geração, movidos pelos sentimentos de preservação das raízes, matizes da identidade que foram transplantadas com a fé dos terreiros de Candomblé, dos confins da África-Mãe, para as senzalas das escravidões, e dessas para as quadras e barracões. Assim, as escolas convencionais, tradicionais, deixam de aproveitar um inesgotável horizonte, fonte rentável para a ruptura de paradigmas, enigmas que podem representar novas graças na formação de jovens e crianças, esperanças, principalmente, para as áreas sociais de enorme pobreza, e onde, em geral, para a nossa tristeza, acontecem as maiores desgraças.
Há um certo descaso, e atraso oficial, para com as atividades das Escolas de Samba, e até mesmo as demandas sociais, as mais evidentes, não têm dotação nos orçamentos Municipais, o que não deixa de ser uma falha grave, e um entrave para a melhoria da educação. Essas atividades já ocorrem normalmente, e geralmente, com um sucesso natural; expresso no brilho das alegorias nos dias de Carnaval. Portanto, não precisaria tanto, e apenas uma melhor sistematização e organização por parte do Município, que a princípio, deveria ser o primeiro interessado em ter o Carnaval como forte aliado no enredo da Educação, porque, se não, viveremos sempre o grande medo, de continuar perdendo os jovens para a marginalização.
Como acontece nos centros de excelência do Carnaval, a tendência, também nas Escolas de Samba de Joaçaba, é se ter um celeiro de arte, parte essencial na pedagogia atual. O acesso, absorção e projeção dessa interdisciplinaridade já deveriam ser uma realidade da municipalidade, e da própria Universidade, com base em um processo que se entrelace, e cujo resultado ultrapasse a mesmice da atualidade.
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